o indie enquanto estética

26jul09

figurino vintage/pop/de brechó + vans + bill murray + rapaz loser + menina gata + milhões de citações pop + barba + piscinas + nerdices + bigodes + dancinhas + óculos de armação grossa + conflito familiar + trilha sonora espertinha = filme indie de sucesso. ou seja: mainstream.

não é de hoje que venho dizendo que “indie” deixou de significar “independente” para se tornar conceito estético. e não só no cinema, diga-se.

daí vem o werner herzog, na folha, e diz o que todo mundo já desconfiava: o cinema independente não existe.

“Cinema independente não existe. É um mito. Cinema independente apenas existe nos filmes caseiros, que você faz nas férias, na praia no Havaí, para mostrar para sua família. Todo o resto é dependente, de finanças, sistema de distribuição, mídia, de tudo, dos sindicatos, sindicatos de atores, diretores, roteiritistas”.



No Responses Yet to “o indie enquanto estética”

  1. Deixe um comentário

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: