100 minutos de solidão

02fev08

Textinho que eu fiz para o Papel Moderno – blog para o qual venho contribuindo há algum tempo – sobre o “Sétimo Selo” do Bergman.

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“Em 1956, eram poucos os que realmente faziam filmes com a intenção de criar uma obra de arte e não mero divertimento para as massas. Bergman foi além e criou um cinema de sondagem psicológica. Talvez tenha sido um dos primeiros cineastas – senão o primeiro – a tratar temas como Deus, religião, amor e morte de forma profundamente reflexiva adotando pensamentos filosóficos. Isso praticamente não existia até então. Quem quisesse se aprofundar na substância do pensamento buscava um livro e não um filme. ‘O Sétimo Selo’ vem para, de certa forma, consolidar a sociedade pós-literária”. (Leia mais)



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